Buscas agora só por ossadas dos moradores de Jaci e de agente penitenciário, diz Defesa Civil

nov 19 • Destaque, Todas as Notícias • 58 Visualizações • Nenhum comentário em Buscas agora só por ossadas dos moradores de Jaci e de agente penitenciário, diz Defesa Civil

Pelos dias que já se passaram desde que sumiram, a Defesa Civil Municipal descartou a possibilidade de Ricardo Pires de Araújo, Raimundo Pereira da Silva, e do agente penitenciário Marcos Paulo de Lima Marques, de 28 anos, desaparecidos nos rios Jaci e Madeira ainda estarem vivos.

O coordenador da Defesa Civi de Porto Velhol, Marcelo Santos, disse nesta segunda-feira que tudo indica que os três homens foram devorados por peixes.

De acordo com o coordenador, as buscas através de mergulho já foram encerradas e agora a procura é somente pelas ossadas dos três trabalhadores. “Está descartada a possibilidade das vítimas serem encontradas com vida porque já se passou muito tempo e ninguém foi localizado. Agora, as buscas são para localizarmos os esqueletos”, afirmou Marcelo.

Ainda segundo Marcelo, durante os trabalhos de buscas pelos corpos de Ricardo Pires de Araújo, Raimundo Pereira da Silva no rio Jaci, as melancias que estavam dentro da canoa foram encontradas boiando e a canoa na beira do rio. Peças de roupas também foram encontradas boiando juntamente com uma malhadeira que foi confirmada pela família que era de um dos desaparecidos.

A Defesa Civil informou que continua ajudando o Corpo de Bombeiros na busca fluvial para tentar localizar a ossada das vítimas.

Os casos

Ricardo Pires de Araújo, e Raimundo Pereira da Silva, desapareceram durante uma pescaria na última terça-feira (13) no Rio Jaci. Eles teriam parado com uma canoa em uma ilha, recolheram melancias e não mais foram vistos.

O agente penitenciário Marcos Paulo de Lima Marques, desapareceu nas águas do Rio Madeira na tarde da última quarta-feira (15) durante uma pescaria com um amigo.

De acordo com familiares, Marcos Paulo teria saído cedo de casa na companhia do amigo para pescar no rio e durante a pescaria um objeto teria caído nas águas, o trabalhador pulo na água para pegar, mas não retornou mais.

 

Fonte;Rondoniagora

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