Argentina vence Bósnia-Herzegovina por 2 x1

jun 15 • Esportes • 716 Visualizações • Nenhum comentário em Argentina vence Bósnia-Herzegovina por 2 x1

Brasileiros, o recado está dado: não provoquem o garoto. Não provoquem Lionel Messi. A estreia na Copa do Mundo caminhava para ser modesta. Depois de um sono profundo no primeiro tempo, o craque despertava lentamente, até que veio o deboche. Na arquibancada, surgiu o grito de Neymar. Em campo, surgiu o gol. Um gol bem à la Messi e que garantiu o protagonismo, a festa e os três pontos para Argentina contra a Bósnia: 2 a 1, diante de um Maracanã que pulsava ao som da rivalidade entre brasileiros e argentinos e fará aniversário de 64 anos marcado pela arte de mais um gênio que debutava em seu gramado sagrado.

E que marca. Messi tinha atuação longe de seu padrão de qualidade. Com a Argentina recuada, pouco apareceu na etapa inicial, mas crescia aos poucos. Sabella desfez a escalação defensiva e mandou a campo Higuaín, formando o badalado quadrado mágico. A Argentina passava a ter cara de Argentina, mas faltava Messi ter cara de Messi. Após cobrança de falta ruim, os brasileiros provocaram: “Olê, olê, olê, olá, Neymar, Neymar!”. De forma instantânea, o craque recebeu na intermediária, estufou o peito, tabelou com Higuaín, fez dois bósnios trombarem e chutou com precisão. Gol. Golaço! E aquela mesma canção do início da jogada passou a ter outro reverenciado. Kolasinac, contra, logo no início do jogo, e Ibisevic, completaram o placar.

Com o resultado, os hermanos – que ouviram do público brasileiro que “sua hora vai chegar” – largam na frente no Grupo F e voltam a jogar no próximo sábado, contra o Irã, em Belo Horizonte. A seleção asiática estreia nesta segunda, diante da Nigéria, na Arena da Baixada, em Curitiba. Já nigerianos e bósnios medem forças também no sábado, na Arena Pantanal, em Cuiabá.

Pressionada pela torcida, Argentina é salva por uma canelada

Apatia, impotência e, acima de tudo, sorte. A Argentina que entrou em campo no Maracanã não tinha criatividade, não tinha Messi inspirado, não tinha nem o apoio da arquibancada

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