Guajará-Mirim:Bombeiros alertam sobre o risco de queimadas

jul 8 • Meio Ambiente • 202 Visualizações • Nenhum comentário em Guajará-Mirim:Bombeiros alertam sobre o risco de queimadas

Com a quantidade de ocorrências de queimadas urbanas em Guajará-Mirim (RO), cidade localizada a 330 quilômetros de Porto Velho, o Corpo de Bombeiros alerta para o risco de grandes incêndios em residências próximas de terrenos baldios. De acordo com Bombeiros, em 2015 foram feitos 209 atendimentos de combate à queimada em diversos bairros. Em 2016 já foram registrados cerca de 100 casos, sendo que 80 foram só último mês.

Ao G1, o Tenente Atenor Barreto, diz que é necessária uma conscientização dos próprios moradores para que queimadas urbanas sejam extintas ou minimizadas.

“O cidadão tem que saber que não pode atear fogo em lixo. Esse ato gera problemas para a saúde do próprio morador, pois dependendo da quantidade de queimadas, vai haver uma concentração de fumaça sobre toda a cidade. A orientação é que reaproveitem o lixo orgânico como adubo nas árvores e o material que não puder ser aproveitado, que seja levado ao lixão”, comentou Barreto.

O comandante disse ainda que geralmente os focos de incêndio ocorrem em terrenos baldios da zona urbana e nos pastos de pequenos produtores da zona rural. Segundo ele, a queimada coloca em risco a vida das pessoas que moram nas proximidades do local do foco.

Para o morador Roberval Marques, que reside no Bairro Planalto, as queimadas são comuns e têm causado desconforto para os moradores que reclamam da fumaça e da dificuldade para respirar.

“Nessa época do ano é normal acontecer essas queimadas em todos os bairros. Isso prejudica a comunidade. Nossa saúde fica exposta, principalmente quando chega a noite, que é quando fica uma nuvem de fumaça e atrapalha até nossa respiração”, declarou Roberval.

De acordo com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), o uso da técnica de queimadas é proibido e constitui crime previsto na Lei 9.605/98, que trata dos Crimes Ambientais. Os proprietários dos terrenos onde os focos são registrados estão recebendo notificações e em caso de reincidência, o causador do incêndio está sujeito a prisão, com reclusão de dois a quatro anos e ainda pagar multa, de R$ 500 até R$ 2 mil.

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