Família de Arthur vive drama após 3 meses de sumiço do menino

nov 10 • Polícia • 2485 Visualizações • Nenhum comentário em Família de Arthur vive drama após 3 meses de sumiço do menino

Mais de três meses após o desaparecimento do menino Arthur Pietro, de 3 anos, a família afirma ter poucas informações a respeito das investigações policiais. Arthur desapareceu no dia 2 de agosto da varanda da casa onde morava com os pais, no Bairro Ayrton Sena, Zona Leste de Porto Velho. No final de agosto a Polícia Civil passou a tratar o caso como homicídio, mas familiares continuam a busca pela criança.

De acordo com Sandra Maria Rodrigues, tia do menino, as investigações ainda não trouxeram nenhum fato concreto. “Nós não sabemos nada. Mudaram de delegado, de delegacia, mas não sabemos o que há de indícios que levem ao caso de homicídio. Então, por quê [o caso] está na Delegacia de Homicídios”, questiona Sandra.

A tia de Arthur conta que os pais do menino, Felipe Rogério e Conceição das Neves, mudaram de endereço por falta de condições psicológicas em permanecer no local onde a criança desapareceu. “Eles estão trabalhando, mas sempre observando. Nós continuamos a nossa busca, distribuindo cartazes, adesivos e pedindo que, se alguém tiver alguma informação, que nos avise ou avise a polícia”, diz Sandra.

Em agosto, quando a polícia passou a tratar o caso como homicídio, foram adotadas três linhas de investigação. Uma das hipóteses, segundo a polícia, apontava para a ex-mulher do pai da criança como raptora de Arthur. Sandra diz que a suspeita foi ouvida, mas a família não sabe os detalhes do depoimento. “Não sabemos realmente quem a polícia investiga. Fizeram uma varredura na casa dos pais do Arthur, abriram fossas, fizeram exames, testes no pai e na mãe dele, mas nada”, frisa.

G1 tentou contato com a Delegacia de Crimes contra a Vida e com a assessoria da Polícia Civil, mas não obteve retorno.

Ações da família
Na busca pelo sobrinho, Sandra conta que a família já espalhou cartazes, adesivos e panfletos de Arthur em vários municípios de Rondônia e até em outros estados, por meio de amigos da família.

Além disso, a os parentes buscaram apoio emocional com pessoas que passaram, e ainda passam, pela mesma situação. “Consegui contato com uma mãe, acho que do Rio Grande do Sul, que tem o filho, também de 3 anos, desaparecido desde o dia 15 de agosto, e sofre tanto quanto a gente sem saber onde está a criança. É uma sensação muito ruim. Não temos muito o que fazer”, finaliza Sandra.

 

Fonte:G1

 

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