O mês de fevereiro chega ao fim com incalculáveis problemas em vários municípios de Rondônia devido às cheias dos rios, grande parte reflexo da chuva volumosa de até 700 milímetros que caiu na Bolívia entre janeiro e a primeira quinzena de fevereiro. Nesta segunda-feira (24), a régua da estação telemétrica operada pela Agência Nacional de Águas (ANA) em Porto Velho aferiu nível de 18,46 metros do rio Madeira às 8h15min (local). Este é o maior nível do Madeira desde que as medições tiveram início em 1967. A cheia recorde, já obrigou a saída de mais de duas mil pessoas de suas casas e as águas avançam já afetando áreas do Centro da capital de Rondônia. Praticamente todos os distritos de Porto Velho que margeiam o rio Madeira estão completamente alagados, onde falta água potável, alimentos, energia elétrica e combustível. A rodovia federal BR-364 segue interditada sentido Acre devido aos alagamentos e ao perigo de locomoção das balsas que ligam o trecho rondoniense e o acreano, na altura do distrito de Abunã. No centro do estado, o excesso de chuva nas cabeceiras dos rios Anta Atirada, Urupá, Barão de Melgaço e Pimenta Bueno fez com que o rio Machado transbordasse em Ji-Paraná. Na cidade, outra régua da ANA acusou nível de 10,48 metros às 12 horas, cerca de 46 centímetros acima da cota de alerta com permanência de 5% para alagamentos. Pelo menos cinco bairros da cidade já registraram alagamentos pela madrugada e manhã. Na fronteira com a Bolívia, região de Guajará-Mirim, o rio Mamoré segue bastante elevado mantendo a enchente ativa. No centro-norte rondoniense, o rio Jamari voltou a subir na região de Ariquemes e entre Buritis e Candeias do Jamari, o rio Candeias também apresenta sinais de forte elevação em alguns trechos. A situação pode se complicar nos próximos dias também na região de fronteira com a Bolívia, sobre o rio Guaporé e demais afluentes, uma vez que choveu bastante nas últimas 48 horas no oeste de Mato Grosso. Confira no mapa abaixo preparado pelo De Olho No Tempo Meteorologia, a possibilidade de inundação nos principais rios de Rondônia nos próximos sete dias.

fev 25 • Geral • 1430 Visualizações • Nenhum comentário em O mês de fevereiro chega ao fim com incalculáveis problemas em vários municípios de Rondônia devido às cheias dos rios, grande parte reflexo da chuva volumosa de até 700 milímetros que caiu na Bolívia entre janeiro e a primeira quinzena de fevereiro. Nesta segunda-feira (24), a régua da estação telemétrica operada pela Agência Nacional de Águas (ANA) em Porto Velho aferiu nível de 18,46 metros do rio Madeira às 8h15min (local). Este é o maior nível do Madeira desde que as medições tiveram início em 1967. A cheia recorde, já obrigou a saída de mais de duas mil pessoas de suas casas e as águas avançam já afetando áreas do Centro da capital de Rondônia. Praticamente todos os distritos de Porto Velho que margeiam o rio Madeira estão completamente alagados, onde falta água potável, alimentos, energia elétrica e combustível. A rodovia federal BR-364 segue interditada sentido Acre devido aos alagamentos e ao perigo de locomoção das balsas que ligam o trecho rondoniense e o acreano, na altura do distrito de Abunã. No centro do estado, o excesso de chuva nas cabeceiras dos rios Anta Atirada, Urupá, Barão de Melgaço e Pimenta Bueno fez com que o rio Machado transbordasse em Ji-Paraná. Na cidade, outra régua da ANA acusou nível de 10,48 metros às 12 horas, cerca de 46 centímetros acima da cota de alerta com permanência de 5% para alagamentos. Pelo menos cinco bairros da cidade já registraram alagamentos pela madrugada e manhã. Na fronteira com a Bolívia, região de Guajará-Mirim, o rio Mamoré segue bastante elevado mantendo a enchente ativa. No centro-norte rondoniense, o rio Jamari voltou a subir na região de Ariquemes e entre Buritis e Candeias do Jamari, o rio Candeias também apresenta sinais de forte elevação em alguns trechos. A situação pode se complicar nos próximos dias também na região de fronteira com a Bolívia, sobre o rio Guaporé e demais afluentes, uma vez que choveu bastante nas últimas 48 horas no oeste de Mato Grosso. Confira no mapa abaixo preparado pelo De Olho No Tempo Meteorologia, a possibilidade de inundação nos principais rios de Rondônia nos próximos sete dias.

O mês de fevereiro chega ao fim com incalculáveis problemas em vários municípios de Rondônia devido às cheias dos rios, grande parte reflexo da chuva volumosa de até 700 milímetros que caiu na Bolívia entre janeiro e a primeira quinzena de fevereiro.

Nesta segunda-feira (24), a régua da estação telemétrica operada pela Agência Nacional de Águas (ANA) em Porto Velho aferiu nível de 18,46 metros do rio Madeira às 8h15min (local). Este é o maior nível do Madeira desde que as medições tiveram início em 1967.

A cheia recorde, já obrigou a saída de mais de duas mil pessoas de suas casas e as águas avançam já afetando áreas do Centro da capital de Rondônia.

Praticamente todos os distritos de Porto Velho que margeiam o rio Madeira estão completamente alagados, onde falta água potável, alimentos, energia elétrica e combustível.

A rodovia federal BR-364 segue interditada sentido Acre devido aos alagamentos e ao perigo de locomoção das balsas que ligam o trecho rondoniense e o acreano, na altura do distrito de Abunã.

No centro do estado, o excesso de chuva nas cabeceiras dos rios Anta Atirada, Urupá, Barão de Melgaço e Pimenta Bueno fez com que o rio Machado transbordasse em Ji-Paraná.

Na cidade, outra régua da ANA acusou nível de 10,48 metros às 12 horas, cerca de 46 centímetros acima da cota de alerta com permanência de 5% para alagamentos. Pelo menos cinco bairros da cidade já registraram alagamentos pela madrugada e manhã.

Na fronteira com a Bolívia, região de Guajará-Mirim, o rio Mamoré segue bastante elevado mantendo a enchente ativa. No centro-norte rondoniense, o rio Jamari voltou a subir na região de Ariquemes e entre Buritis e Candeias do Jamari, o rio Candeias também apresenta sinais de forte elevação em alguns trechos.

A situação pode se complicar nos próximos dias também na região de fronteira com a Bolívia, sobre o rio Guaporé e demais afluentes, uma vez que choveu bastante nas últimas 48 horas no oeste de Mato Grosso.

Confira no mapa abaixo preparado pelo De Olho No Tempo Meteorologia, a possibilidade de inundação nos principais rios de Rondônia nos próximos sete dias.

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